web space | website hosting | Business Hosting | Free Website Submission | shopping cart | php hosting


[página inicial] [porque colecionar???] [latas reportagens] [latas novidades] [latas curiosidades] [latas links] [selos reportagens] [selos novidades] [selos curiosidades] [selos links] [moedas reportagens] [moedas novidades] [moedas curiosidades] [moedas links] [cartões reportagens] [cartões novidades] [cartões curiosidades] [cartões links] [outras coleções reportagens] [outras coleções novidades] [outras coleções links] [cotação dólar] [outros assuntos links] [amigos] [história da cerveja]

Clique aqui para votar em mim no top de sites da Xfera!


Translate this page into English using FreeTranslation.com


Marinheiro Popeye chega aos 75 anos

Talvez o marinheiro Popeye deva sua longevidade a todas as latas de espinafre que já comeu. O esquisito personagem de tiras e desenhos animados chega neste sábado aos 75 anos e o King Features Syndicate planeja um ano de comemorações, visando principalmente despertar um novo interesse pelo marinheiro de cachimbo e sua turma de tipos improváveis.
Entre as atividades de celebração, Popeye terá um novo desenho animado em 3D, que tem previsão de ser exibido nos Estados Unidos nos próximos meses. Mas a data precisa do aniversário de Popeye não passará em branco. Passará em verde. É que o Empire State Building, que na época de Popeye era o maior prédio do mundo, vai colorir suas luzes de verde neste sábado, da hora em que o sol se puser até a meia-noite.
Segundo o King Features, que há 75 anos detém os direitos sobre tudo que diz respeito ao personagem, a homenagem do Empire State tem a ver com “o enorme amor de Popeye pelo espinafre”. Popeye começou em 1929 como tira de quadrinhos. Depois ganhou o cinema, onde seus primeiros desenhos eram exibidos antes de filmes.
No Brasil, gerações de crianças cresceram ao som da mais que batida música de flautas da abertura do desenho e se familiarizaram com a galeria que inclui o comedor compulsivo de hambúrgueres Dudu, o sempre tenso e “bolo-fofo” Brutus, a verdíssima Bruxa do Mar, o débil nenê Gugu e a romântica, crédula e fina, em todos os sentidos, Olívia Palito.


Cigarro de palha para a elite


www.souzapaiol.com.br/ciga.htm

O cigarro de palha já se encontra em uma versão sofisticada: vem no maço e já enroladinho e até com filtro. A Souza Paiol, em vez da tradicional fitinha, elaborou um anelzinho de borracha para segurar a palha (de milho) em volta do fumo (de rolo, picadinho).
A embalagem usada pela Souza Paiol é bastante curiosa. Nela aparece um novo "dono do campo", um caubói de óculos escuros e blusão de couro; que não tem nada a ver com o caipira de chapéu de palha e calça rasgada, estilizado pela cultura nacional. Isto se deve ao fato de ser este o público que consome os cigarros da Souza Paiol.


Bonecos de Star Wars de 1977 por 16 mil

14/08/2003 - bluebus

20 bonecos dos personagens de Star Wars, comprados em 1977 por uma mulher inglesa, foram leiloados por US$ 16 mil. A senhora de 80 anos, cujo nome nao foi revelado, comprou as peças para seu neto quando trabalhava numa loja de brinquedos. Na época, adquiriu 2 de cada para o caso de alguma figura ser perdida. Os bonecos continuam em suas caixas originais. No leilao, as figuras foram vendidas individualmente. Luke Skywalker e Chewbacca arrecadaram US$ 1,870 mil cada um. A Princesa Leia alcançou US$ 963. As mesmas peças, quando sao vendidas fora de sua embalagem, geralmente arrecadam apenas US$ 2.


GARRAFAS DE COCA-COLA DE 1894 A 1975

E ESTA DE QUANDO SERÁ?

Os Velhinhos

Cinco personagens dos quadrinhos chegam aos 70 anos

abril de 1999 - revista Galileu - ano 8 - número 93

O primeiro desenho sonoro de Mickey, O Barco a Vapor, foi produzido em novembro de 1928, mas seus quadrinhos só foram lançados no ano seguinte, Walt Disney esboçou o rato durante uma viagem de trem, sua esposa o batizou e o desenhista UB Iwerks lhe deu o toque final.

Buck Rogers, o precursor dos heróis espaciais, fez sua primeira viagem interplanetária em 7 de janeiro de 1929. O desenhista americano Richard Calkins, inspirou-se na novela Armagedon 2419 d.C., de Philip Nowlan. Nas tiras, o personagem desperta em pleno século 25 e começa a viajar pelo sistema solar. Junto com Tarzan, Buck Rogers promoveu uma reviravolta nos cartoons que, até então só traziam histórias cômicas.

O ilustrador belga Georges Remi, o Hergé, editava um suplemento de escoteiros. No número inaugural, Hergé ilustrou uma história de outro autor. Como não gostou do reultado, criou uma aventura vivida por um garoto de 14 anos: Tintin no país dos soviéticos, publicada em 10 de janeiro de 1929. O sucesso fez de Tintin um detetive aventureiro que correu o mundo acompanhado pelo seu cão Milu.

O Marujo Popeye estreou como coadjuvante na tira Thimble theatre, da família de Olivia Palito. Desengonçado, mas movido pela força miraculosa de seu espinafre, ofuscou os colegas de cena e, 17 de janeiro de 1929, assumiu o comando da historieta criada pelo americano Elzie Segar. Nos anos 30, Popeye ditou moda: as palavras jeep e hotdog surgiram em seus cartoons.

Tarzan em quadrinhos, desenhado por Hal Foster, saiu no mesmo dia em que Buck Rogers. Trazia a saga do nobre inglês criado por macacos, baseada no romance, de 1912, do americano Edgar Burroughs. O auge do personagem ocorreu em 1937, com a maestria de Burne Hogarth.


Os colecionadores

Conteúdo extraído do site www.an.com.br
matéria publicada em 30/01/1999.

Em busca do mundo perdido Eles passam a vida juntando coisas. Catam trecos pelo caminho como se recolhessem pérolas jogadas aos porcos. Vêem brilho onde ninguém vê. Às vezes exageram e se perdem no meio dos trastes. Às vezes ficam ricos. Os colecionadores caçam sensações perdidas.

O maior do mundo

O colecionador dos colecionadores chama-se Osvaldo Tokarski. Dono de um acervo com 33850 placas de veículos nacionais (de 75% dos municípios brasileiros) e 406 internacionais, Osvaldo faz parte do Guiness Book, o Livro dos Recordes, desde 1994. É a maior coleção do mundo. Estão expostas no Bar das Placas, uma das atrações turísticas de Canoinhas. Em breve, também na internet.

Getúlio Vargas para presidente

Desde os anos 70, sempre que os políticos saem às ruas, Jorge Cadore aumenta a sua coleção. Ex-vereador, ex-presidente estadual da Juventude do PMDB e ex-coordenador da Secretaria Estadual da Educação durante o governo Paulo Afonso, Jorge Cadore coleciona santinhos, adesivos, bótons, planos de governo, discursos, bandeiras e outras armas mais que compõem o arsenal publicitário de uma campanha política.
O acervo registra a evolução do marketing político. Uma das peças de maior valor histórico é um santinho de Getúlio Vargas, usado na campanha presidencial de 1930. “Vou propor ao Museu Histórico de Concórdia que receba e exponha a minha coleção. Acho que chamaria bastante a atenção do público”, previu Cadore. Ele acredita que a exposição também serviria para o eleitor conferir tudo o que foi prometido nas últimas décadas e comparar com o que foi feito pelos políticos.

As canetas do historiador

Centenas de canetas esferográficas usadas. Esta é a coleção do historiador Loreno Hagedorn, conhecido na cidade por sua mania de garimpar objetos que ninguém mais quer e transformá-los em relíquias. Ele cata canetas há 20 anos. O acervo, praticamente sem nenhuma utilidade prática ­ a maioria das canetas não têm tinta ­ aumenta diariamente. “Como minha coleção é de canetas simples, comuns, acabo ganhando muitas dos amigos e conhecidos”, comenta Loreno. A coleção de Loreno surgiu por “neurose”, conforme sua definição. A mania é uma forma de resgatar a importância dos objetos utilitários usados no dia-a-dia, que, com o passar do tempo, são descartados ou substituídos por outros.Loreno também chegou a colecionar gibis e cartazes. A de cartazes, com 7 mil peças, foi doada ao Arquivo Histórico. Os gibis acabaram sendo distribuídos entre a garotada do bairro. “Estava ficando neurótico. Queria colecionar tudo que encontrasse pelo caminho e acabava me apegando, com dificuldades em me desfazer das coisas”. O sonho atual de Loreno é a criação do Museu do Cartaz em Jaraguá do Sul.
Outra mania de Loreno: colecionar cadeiras de épocas e estilos diferentes. Atualmente tem 20 cadeiras em sua casa, todas antigas e devidamente restauradas. Mas a preciosidade da casa é um móvel de 300 anos, em madeira maciça, fabricado em Lisboa e comprado por Loreno em Curitiba de um português que se encontrava em más condições financeiras. Apaixonado por marcenaria ­ é filho de um dos poucos marceneiros ainda em atividade na cidade ­ Loreno busca nos objetos feitos em madeira um pouco das origens da cidade. A mais recente aquisição, em fase de restauro, é um lustre feito artesanalmente no ano de 1930 em Jaraguá do Sul. “A memória das pessoas é fraca e os objetos representam com fidelidade os costumes e o modo de vida da época em que foram criados”, analisa.

“Quando crescer, farei um museu”

Alceu Luís Reche, 46 anos, tem verdadeira obssessão por objetos e equipamentos antigos. Possui mais de quatro mil moedas do século passado, mais de 60 mil selos, mais, muito mais. A maior parte das coisas ele conseguiu através de doação. “O pessoal sabe que gosto disso e vem aqui depositar suas velharias”, brinca. “Não tem dinheiro que me tire qualquer uma dessas peças”.
Alceu fala de passado, presente e futuro: “Um cara ficou aqui o dia inteiro e chegou a me oferecer R$ 12 mil pela máquina de escrever antiga. Soube depois que ele iria ganhar R$ 60 mil. Meu único problema é a falta de espaço. No futuro pretendo remodelar a parte térrea da casa e guardar todo o material.
Com a coleção, pretendo mostrar às gerações futuras como eram as coisas do passado. Hoje em dia tudo é feito de plástico e com chips e impulsos eletrônicos, usando teclas e botões. As pessoas não têm idéia da engenhosidade que existia na indústria e nos artesãos de antigamente”. O pequeno Luís Mateus, caçula de apenas seis anos, é mais radical quando se trata das preciosidades. “Isso aí é tudo meu. Quando eu ficar grande vou montar um museu”. O pai incentiva o filho e tem nele um guardião das relíquias. “O pessoal não dá valor a isso. Joga fora porque acha que as coisas modernas são melhores. E quando ele vêm aqui ficam impressionados e querem levar. Não dá para entender”.
Máquina de escrever de 1846 (marca Remington).
Liquidificador manual americano do século passado.
Espingarda Winchester fabricada em 1801.
Espada nigeriana do século passado.
Primeira lata de cerveja lançada no Brasil (marca Skol).
Armadilha para prender leão baio.
Balança manual (extremamente simples, toda de ferro).
Chaleira chinesa feita com uma mistura de ouro, prata e bronze.
Relógio de bolso do século passado (laqueado a ouro).
Selos comemorativos da primeira Copa do Mundo vencida pelo Brasil (1958), com valor extremamente alto entre os colecionadores da Europa.

Boné, meu boné

O professor Joaquim Moraes, conhecido como Tio Kiko, tem 60 anos e pelo menos uma mania: colecionar bonés. Essa espécie de chapéu moderno forra as paredes de um quarto da sua casa. Fabricados no Brasil ou no Japão, nos Estados Unidos ou num quintal de São Bento, os bonés são acondicionados em saco plástico transparente e pendurados como se fossem troféu. Os amigos dizem que Tio Kiko não abandona os bonés porque quer esconder a cabeça calva, mas o professor explica que o acessório já se tornou parte indispensável de seu vestuário. O colecionador já perdeu a conta de quantas peças possui, mas sabe que passam de 300. “Ainda hei de conseguir um autografado pelo Milton Nascimento, que possui o mesmo hobby que eu”.

Minha casa, minha fortaleza

Das manias de colecionador do advogado e ex-empresário Niels Deeke, 62 anos, a que mais incomoda a esposa Joana é o risco de guardar dezenas de armas dentro de casa. Sua coleção pessoal conta com mais de 200 espingardas, rifles, pistolas e revólveres de todas as nacionalidades.
Grande parte do acervo está guardado num depósito em outro Estado, sob a guarda do Ministério do Exército, mas os modelos mais antigos são expostos como relíquias nas paredes da própria casa, junto às coleções de obras de arte, objetos e documentos sobre a história da família Deeke em Blumenau.
A arma mais antiga da hoploteca de Niels Deeke é uma espingarda de tambor com oito tiros e extrator de cartucho, fabricada em 1840. “Esta arma é o princípio da metralhadora, porque é uma das primeiras do mundo em tiro de repetição”, explica o colecionador. Outra raridade é uma Springfield de pederneira, fabricada em 1850 e usada na Guerra da Secessão.
Outro modelo de guerra do século passado é um fuzil com baioneta, que Deeke garante ser originário da Guerra do Paraguai. Nas histórias revolucionárias de Blumenau está uma Comblain belga, que em 1894 foi usada pelo colonizador Hermann Blumenau.
Deeke é provavelmente o único catarinense a possuir a Winchester calibre 38, no melhor estilo Búfalo Bill, com repetição manual, de fabricação limitada em comemoração ao Sesquicentenário da Revolução Farroupilha, ocorrido em 1985. Também se orgulha da coleção de espingardas que pertenceu ao armamento da antiga Guarda de Índios, no início da colonização de Blumenau, há 150 anos.
Uma das armas mais interessantes pertence ao filho, o médico Mark Deeke, que serviu no Exército em Porto Velho. Trata-se de uma Anschütz com dióptero (luneta de precisão), calibre 22, cano longo, com apoio de mão, fabricada em 1965. Por ser uma arma de precisão com alcance de 500 metros, é usada em competições de tiro.
O advogado começou a colecionar armas na década de 70, comprando ou fazendo negócios com colonos, parentes, amigos ou caçadores que queriam se desfazer das antigas para adquirir modelos mais eficientes. Desde os dez anos, logo após a 2ª Guerra Mundial, nutre uma paixão pelas armas de fogo, especialmente as longas. “Descobri as armas trabalhando com meu tio Raul, que tinha um armifício e oficina de armas em Blumenau”, conta. Sua primeira espingarda, uma Winchester de montaria, calibre 22, foi presente de tio Raul, aos 6 anos de idade.
Por questões de segurança, a coleção de Niels Deeke não inclui munição. Algumas armas mais antigas não funcionam, mas a maioria delas, apesar da idade, está em condições de uso, porque o colecionador se esmera na conservação. Além de armazenar em ambiente ideal, a cada seis meses é preciso desmontar arma por arma e limpá-las com vaselina líquida esterilizada. Um trabalho de três dias. É com este cuidado que Niels consegue manter intactas peças como uma garrucha de cabo de madeira e ferro do século passado e o revólver HO calibre 38, fabricado em 1920, na Espanha, com coronha de madeira ainda original.

140 Ferrari na estante

O maior sonho do engenheiro químico José Carlos Cunha, 49 anos, é ter uma Ferrari. Por enquanto, ele se contenta em juntar miniaturas dos quase 250 modelos de passeio lançados desde 1940 pela célebre marca italiana. “Quando comprei o primeiro exemplar, em 1970, me propus a conseguir uma miniatura de cada modelo”, conta Cunha. Em busca desse objetivo, ele tem gasto tempo e dinheiro ­ algo compensado pelo prazer de exibir os 140 carrinhos cuidadosamente colocados numa estante forrada com o mesmo carpete usado em joalherias.
Cunha determinou que só podem entrar na coleção miniaturas metálicas com escala 1:18 (cerca de 22 centímetros de comprimento) ou 1:43 (oito centímetros). “Também dou preferência às que tiverem a tradicional cor vermelha”, ressalta. Essas condições aumentam a dificuldade de conseguir exemplares inéditos, seja por não encontrá-los ou por serem caros demais. Determinadas raridades passam facilmente de R$ 1 mil. No trabalho de prospecção ele conta com a internet e com os amigos que viajam ao exterior. O engenheiro também reúne modelos de competição, mas, diante de um universo bem maior que o dos carros de passeio, ele só coloca na estante aqueles que se tornaram célebres por alguma razão, como um título na Fórmula-1 ou alguma inovação aerodinâmica.O primeiro exemplar foi um carro da extinta categoria Fórmula-2. “Custava uns US$ 60,00 e, como eu era um estudante universitário duro, tive que parcelar em três vezes”, lembra o colecionador. Há pouco tempo ele recebeu, pela internet, uma proposta de R$ 600,00 pela miniatura. Como se vê, colecionar também pode ser um bom investimento.
Única escuderia que participou de todas as temporadas da Fórmula-1, a Ferrari é venerada pelos italianos. Aos 14 anos, Cunha se viu convertido a essa “religião”. O charme das pistas de corrida se estendeu à linha de carros de passeio. Não raro a Ferrari participa de grandes produções. Era o modelo oficial da dupla de policiais do extinto seriado “Miami Vice”. Num dos episódios, inclusive, os produtores cometeram o sacrilégio de explodir uma Testarossa novinha, avaliada em US$ 1 milhão. Foi também numa Ferrari que o personagem interpretado por Al Pacino em “Perfume de Mulher” realizou o sonho de dirigir. Nada demais, se ele não fosse cego.
As Ferrari "em escala natural" não estão acessíveis a qualquer bolso. O modelo F-50 custa R$ 1,2 milhão, mas não basta ter o dinheiro para comprá-lo. Como a procura é maior que a oferta, a fábrica se dá ao luxo de estipular condições para selecionar os clientes, e uma delas é possuir uma F-40. Entre os exemplares raros, os preços podem ser ainda mais surpreendentes. Num recente leilão na Suíça, uma 250 GTO, fabricada em 1962, foi vendida por US$ 11 milhões


Lucro

Jornal Extra - RJ (15/10/2002)

Nicolas Cage se desfez de sua coleção de gibis e arrecadou US$1,6 milhão pela venda. Entre os exemplares estava uma cópia da primeira história em quadrinhos com o Super-Homem na capa, datada de 1938, Só esta revista foi arrematada por US$ 86.250,00.





Google